
A inteligência artificial vem ganhando espaço na área da saúde, especialmente em atividades administrativas e de apoio. Mas, afinal, quem responde quando há um erro envolvendo essa tecnologia?
Em entrevista ao Brasilianista, a sócia do Arruda Alvim & Thereza Alvim, Dra. Laísa Faustino, analisa os limites jurídicos da IA na prática médica, o papel da regulamentação do Conselho Federal de Medicina, os impactos da LGPD e a importância do consentimento informado na utilização dessas ferramentas.
Leia a matéria completa e confira a análise da especialista sobre os desafios e responsabilidades jurídicas relacionados ao uso da inteligência artificial na medicina.
Para ler o artigo na íntegra, acesse:A inteligência artificial não substitui a responsabilidade médica, comenta especialista